Os fiéis, que viajam com o patrocínio integral da Presidência, representam a primeira fase de um total de 150 cidadãos seleccionados para cumprir o quinto pilar do Isslam, numa operação logística que custa individualmente 5.500 dólares e é gerida por agências especializadas sob supervisão directa do Estado.
A liderança desta missão espiritual está a cargo de Haji Faruk Kirunda, assessor especial da Presidência, que coordena a delegação num momento em que o país também recebe líderes internacionais.
De acordo com informações da Casa Presidencial, o fluxo de partidas é rigoroso, o segundo grupo de 35 peregrinos viaja hoje, enquanto o contingente final deverá partir no dia 17 de maio.
Em solo saudita, os ugandenses cumprem uma rotina de orações na Mesquita do Profeta antes de seguirem para Makkah, num esforço que, segundo os organizadores, visa “explorar a história islâmica e prestar homenagens ao Profeta Muhammad (SAW) ” antes dos ritos principais.
Simultaneamente, o cenário político em Kampala ganha contornos continentais com a presença do Presidente de Moçambique, Daniel Francisco Chapo. A visita de Chapo, acompanhado pelo seu Ministro da Defesa, Cristóvão Artur Chume, celebra a reeleição de Museveni e procura aprofundar laços históricos.
Segundo fontes oficiais da presidência moçambicana, este encontro é fundamental para o “reforço das relações históricas de amizade e cooperação existentes entre os dois povos e países”, permitindo ainda que os chefes de Estado troquem pontos de vista sobre questões de segurança e economia de âmbito regional e mundial.

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