Sobre os problemas de alojamento em Madina, a agência esclareceu que os constrangimentos não resultaram de falha interna.

“A alteração das acomodações inicialmente previstas não decorreu de negligência da agência, mas em parte decorreu de atrasos no cumprimento das obrigações dos clientes que colocou em causa a confirmação tempestiva das acomodações”, diz o comunicado.

A empresa sublinha que “nunca virou as costas aos seus clientes” e que a equipa no terreno agiu com prontidão ao manifestar-se a insatisfação.

“Assumimos os trâmites e custos necessários para realocar os peregrinos numa nova unidade hoteleira”, explicou.

Quanto aos atrasos na logística local no destino sagrado, a Safire argumenta que se trataram de “imprevistos decorrentes da operação dos próprios prestadores de serviços na Arábia Saudita”, fora do seu controlo directo.

Diante do impacto provocado pelas publicações online, a empresa lamentou que “divergências operacionais motivadas pelo incumprimento de prazos contractuais tenham sido transformadas em campanhas de difamação”.

Como resposta, a direcção da agência confirmou que já accionou o seu departamento jurídico para tomar as medidas legais cabíveis, nas esferas cível e criminal, de modo a proteger o bom nome da empresa.

A Safire conclui a nota reafirmando que continua “de portas abertas, com a consciência tranquila”, desejando que Allah aceite a peregrinação e as preces dos fiéis.