O fórum, que promoveu debates focados no desafio às narrativas ocidentais sobre as mulheres muçulmanas e no apelo a uma maior participação feminina face a crises humanitárias e avanços tecnológicos, teve o seu impacto celebrado pelas participantes.

Nabila Shamimi, participante do Brunei, expressou a sua satisfação ao afirmar que “o programa foi muito produtivo e valioso”, destacando o privilégio de ter conhecido “muitas mulheres potenciais e jovens mulheres muçulmanas” que asseguram “um futuro brilhante para o mundo.”

Questionada sobre o impacto deste evento no regresso ao seu país, Shamimi partilhou o desejo de agir como um motor de mudança. “Temos que sair da zona de conforto deles, porque se você quer ser algo, você precisa fazer algo”, sublinhou.

A forte ligação criada entre as participantes e a riqueza dos conteúdos abordados, também dominaram a reacção de Nurasha, jovem líder vinda da Malásia.

“É maravilhoso, realmente. Se alguém quiser participar, participe para este programa, especialmente para jovens muçulmanas, porque é excepcional”, recomendou com entusiasmo.

Nurasha confessou ter vivido um processo intenso de aprendizagem global em Ancara. “Eu aprendi muito sobre o mundo real, as realidades, as questões actuais, e eu posso ver esperanças e sonhos das jovens mulheres”, afirmou acrescentando eu “precisamos estar juntas para acelerar o mundo.”

O sentimento de gratidão e o impacto na formação pessoal foram as reacções mais partilhadas pelas restantes delegadas do programa. Outra jovem muçulmana fez questão de notar a importância deste espaço de partilha internacional, referindo estar “muito feliz por ter tido este óptimo encontro com todas as outras nações”.

No mesmo sentido, outra participante enfatizou a utilidade prática das ferramentas de capacitação adquiridas ao longo dos debates, afirmando estar “muito agradecida pela oportunidade”, uma vez que o evento “deu a oportunidade de aprender mais sobre liderança, e como sustenta-la com solidariedade.”